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sexta-feira, 5 de março de 2010

Blogs, redes sociais e privacidade

Isto de ter dois blogs tem que se lhe diga. As vertentes de um e outro estão bem definidas, mas por vezes há assuntos que são comuns. Por isso, aqui fica o link do meu ultimo post no NReflexos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Casamento e parentalidade na actualidade

Se o futuro da paternidade depende do casamento, todavia, o seu futuro é incerto. O casamento depende igualmente das mulheres e dos homens, estando aquelas, hoje em dia, menos voltadas para o casamento do que em qualquer período da história da nação. No passado, as mulheres foram economicamente dependentes do casamento e assumiram uma responsabilidade desproporcionalmente pesada para manterem o vínculo, mesmo que o relacionamento subjacente estivesse sério ou irremediavelmente deteriorado.
Contudo, no último terço do século XX, como as mulheres tiveram maiores oportunidades de conseguir um emprego pago e viram aumentada a disponibilidade de infantários, ficaram menos dependentes do casamento como forma de sustentação económica. Ainda que não seja fácil, é possível às mulheres criarem os filhos sozinhas. Isto fez com que o divórcio se tornasse muito mais atractivo como um remédio para um casamento insatisfatório e um número crescente de mulheres tenha extraído vantagem da opção.
...
A debilitante ligação da mulher ao casamento não deve ser encarada como uma falta de interesse pelo casamento ou pela parceria marido-mulher na criação dos filhos. Pelo contrário, é um sinal dos padrões emocionais mais exigentes das mulheres para com os maridos e da crescente persistência para que os homens participem em maior grau na criação dos filhos e da família. Dada a sua dupla responsabilidade como ganha pão e mães, muitas mulheres com emprego acham a necessidade de reforço do ego do homem e outras formas de manutenção emocional e física aborrecidas, para além do seu fracasso na partilha do trabalho doméstico e na custódia dos filhos, que consideram absolutamente enfurecedores.
...
" Se as mulheres solteiras podem fazer sexo, ter as suas próprias casas, o respeito dos seus amigos e um trabalho interessante, não têm necessidade de dizer a si próprias que qualquer casamento é melhor do que nenhum. Porque não ter um filho sozinha? As crianças são uma alegria. Muitos homens não o são."

Por todas estas razões, é importante ver o problema da paternidade como parte do vasto problema cultural do declínio do casamento como um relacionamento entre homem e mulher. O acordo tradicional entre homem e mulher foi quebrado, e ainda não foi celebrado um novo contrato. É impossível prever como será o novo acordo ou se existirá um. Contudo, é possível especular acerca dos pontos em agenda que podem levar as mulheres à mesa das negociações. Primeiro, uma cláusula crucial: deverá ser reconhecida a mudança do estatuto social e económico da mulher. Bem ou mal, muitas mulheres receiam que o movimento em favor da paternidade represente um esforço no sentido de reinstalar o anterior status quo, para rejeitar os ganhos que as mulheres fizeram nos últimos 30 anos e regressar à ideologia doméstica de "esferas separadas" que colocou os homens no lugar de trabalho e as mulheres em casa. Qualquer esforço para repensar o casamento deve aceitar o facto de que as mulheres continuarão a trabalhar fora de casa.
Portanto, deverá ser acertado um novo acordo sobre a divisão do trabalho pago e do trabalho familiar. Isto não significa necessariamente uma divisão 50/50 do trabalho em cada simples dia, mas significa que os homens deverão fazer um esforço determinado e consciente para executarem mais que um terço das tarefas domésticas. A forma como cada casal vai chegar a um acordo justo irá, certamente, variar, mas o objectivo é estabelecer um entendimento e um compromisso mútuos que conduzam a uma divisão equitativa das tarefas.



Publicado na revista "Nova cidadania", nº5 Julho/Setembro 2000,
dossier " Família! Duras Realidades Novos Desafios" pg 27-31

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Julio Pereira ao vivo

MANIFesta, em Peniche. Fantástico!!!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Chamem-me louca...

...mas eu adoooooooooro o frio!

(pelo menos se este for seco e sem vento!!! ah e já agora, só na rua, que em casa tenha uma lareira bem quentinha)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Quem se lembra do Solnado?

Que chegou à guerra e esta estava fechada.

Pois bem, isto era um monólogo humorístico, mas parece que hoje é corriqueiro a guerra estar fechada, pelo menos fazer intervalo para almoço!!!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

As mães são o máximo

"Caminhava com a minha filha de 4 anos, quando ela apanhou qualquer coisa do chão e ia pôr na boca.

Ralhei com ela e disse-lhe para nunca fazer isso.

-Mas porquê? - Perguntou ela .

Respondi que, se estava no chão, estava sujo e cheio micróbios.

Nesse momento, a minha filha olhou-me com admiração e perguntou:

- Mãe, como sabes tudo isso? És tão inteligente ...

Rapidamente reflecti, e respondi-lhe:

- Todas as mães sabem estas coisas. Quando alguém quer ser mãe, tem que fazer um teste e tem que saber todas estas coisas, se não, não pode ser mãe.


Caminhámos em silêncio cerca de 2, 3 minutos. Vi que ela pensava ainda sobre o assunto, e de repente disse :

- Ah, já percebi. Se não passasses o teste, tu eras o pai!


-
Exactamente! respondi com um grande sorriso na boca.........."


(Recebi por mail de uma colega e não podia deixar de pô-lo aqui - e como isto se enquadra na realidade lá de casa!!!)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Pó de arroz


Pó de arroz é uma das músicas que mais gosto de Carlos Paião. Agora, será de mim ou foi pó a sério que entrou para as cordas vocais do Tiago Bettencourt quando resolveu cantar esta música? Como é que alguém pode tornar uma música tão linda numa coisa impossível de se ouvir? Ainda não percebi se é só estilo ou aquelas coisas que ele faz ao puxar pela voz é mesmo da pinga!!!
Só me faz lembrar um bêbado (muito bêbado) a cantar.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Telmo e Tula


O pior desenho animado de sempre!

Para quem não conhece consiste em duas personagens completamente irritantes a apresentarem receitas (uma espécie de Maria Vacondeus com Manuel Luís Goucha animados). Depois, quando se trata de alguma tarefa que não podem fazer, do tipo: por no micro-ondas, ou cortar com uma faca, etc, chamam outra personagem que se chama, simplesmente, Adulto.


- Oh Adulto.

Muito mau. Para a sanidade mental de todos lá em casa e para que os meus dois não fujam mais da normalidade, ninguem vê o dito programa lá em casa.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Opiniões

- Ah e tal, assim na minha opinião bla bla bla

- E quem disse que eu dou importância à tua opinião? Explicando melhor: estou-me nas tintas!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Nem de propósito.

Depois de escrever o ultimo post li num blog que leio assiduamente o seguinte:

"... este meu feitiozinho de merda leva a que as vezes demonstre (erradamente)superioridade e até um pouco de maldade perante algumas pessoas ou situações... mas a idade (ou o feitio) e o facto de pensar que life is too short para certas merdas, diz-me que só devo estar com as pessoas que gosto e gostam de mim, pelo menos nos momentos de lazer, porque os outros, profissionais e afins, esses tenho muitas vezes que aturar quem não gosto e quem não quero."

in DIVAGAÇÕES DE UMA EXTRATERRESTRE

Em cheio!!!

Já algum tempo que desconfiava...

...mas agora tive a certeza: fazer trinta anos não é só fazer mais um ano. Entrar numa nova década da nossa vida significa que temos um percurso de vida que não se compadece de nos deixar de brinde outra forma de encarar a mesma.

Uma das coisas que é inevitável é a falta de paciência para determinadas comportamentos.
Não tenho de provar nada para integrar um grupo de amigos como na adolescência ou ainda aos vintes. Os grupos de amigos agora não se escolhem com os critérios de há 10 ou 15 anos, eles formam-se naturalmente, pois também de uma forma natural começamos a juntar à nossa volta as pessoas com quem nos damos melhor e mais compatíveis connosco.
Aos 30 aprendi a privilegiar a qualidade em detrimento da quantidade. Entre tudo resto as pessoas com quem me relaciono entram neste ponto - menos e melhores.

Não tenho, nem quero aturar o que é medíocre. Não tenho paciência para a infantilidade em adultos, nem falta das regras mínimas de respeito.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Novelas

No café, num domingo depois do jantar onde é exibida na televisão uma novela das muitas da TVI, onde estão presentes só homens a ver atentamente o programa:

avó de dois - Estou a ver que cada vez mais são os homens a ver novelas. No outro dia estavam aqui mulheres e homens e eles é que estavam atentamente a ver a novela que passava na televisão. Antigamente não era assim!

mãe de dois - Tirando raras excepções, as novelas agora são feitas para estúpidos!


sexta-feira, 20 de junho de 2008

Hastearei a bandeira na minha janela quando:


- Portugal deixar de ser o País da Europa com maior índice de abandono escolar, analfabetismo e corrupção

- Em Portugal, ninguém que trabalhe ou queira trabalhar ou tenha trabalhado toda a vida, ou que não possa trabalhar, passe fome

- O desemprego não for um desígnio nacional

- A classe politica deixar de ser maioritariamente composta por incompetentes patéticos. Se construírem menos Centros Comerciais maiores da Europa do que Centros de Saúde, Hospitais, Escolas e Infantários.

- Não se tiver que retirar os pianos de uma sala de uma Escola Superior de Música, porque o chão ameaça ruir

- Os morangos com açúcar sejam exclusivamente uma sobremesa

- Acabar a pouca vergonha do Estado (com o dinheiro dos cidadãos) gastar 3.500.000 euros com transportes dos deputados e milhares de cidadãos não terem dinheiro nem para comprar o passe

- As crianças e os velhos forem tratados com dignidade, pelos pais, filhos, professores, educadores, instituições e políticos

- Os papás ensinarem as crianças que os Professores devem ser respeitados

- Todos os professores forem competentes

- A policia deixar de fingir que não vão as lutas de pit-bull nas diversas Trafarias do País, bem como as corridas a 250 Km/h em várias Pontes Vasco da Gama do País às sextas feiras à noite

- As televisões entenderem que, ao transformar os incêndios em grandes espectáculos de variedades, estão a transformar os incendiários em realizadores e produtores de grandes programas de televisão, o que os enche de vaidade e é altamente motivador

- Se investigar como é que aquele senhor arranjou dinheiro para comprar o Ferrari

- A violência doméstica, a pedofilia, a violação e todos os crimes cometidos contra crianças, forem punidos com 50 anos de cadeia

- Os novos submarinos forem trocados por equipamento para apetrechar condignamente todos os hospitais e escolas do País, e com o que sobra, se comprar tractores e traineiras.

- Os Portugueses perceberem que as figuras do CONTRA-INFORMAÇÃO, não são caricaturas, mas o retrato fiel das pessoas retratadas.

- Os bebes das mães portuguesas, deixarem de ir nascer a Badajoz

- A selvajaria anual de Barrancos acabar por falta de espectadores

- Os jornais, revistas, programas de rádio e televisão, chamados desportivos souberem que, alem do futebol, se praticam mais 347 outros desportos e que mesmo no futebol, há outros Clubes além do Sporting, do Benfica e do Porto

- Não houver 19 causas nº 1 de morte em Portugal, conforme o idiota que estiver na altura a ser entrevistado na televisão ou na rádio

- O Joel Costa, que faz crónicas na Antena 2, for condecorado no Dia de Portugal, em vez do Mourinho

- Não houver ninguém a afirmar que há 700.000 portugueses com reumatismo, 1 milhão com asma, 500.000 impotentes, 350.000 c/ osteoporose, 800.000 c/ transaminase pélvica, 430.000 c/ tuberculose, 685.000 c/ deficiência renal, 6.780.000 c/hipertensão, 2 milhões c/sinusite claustrofóbica, 843.000 c/ panarícios isquemicos galopantes, 2.400.000 c/ problemas auditivos, 300.000 com hérnias discais, 780.000 c/ diversos tipos de cancro, para preocupar as pessoas com a prevenção e os médicos cobrarem 80 euros por consulta

- Não houver nenhum 1º Ministro que tenha a lata de abandonar o País à má fila, em plena crise, para ir sofregamente atrás de um qualquer tacho mais aliciante

- A gripe das aves não tiver direito a mais do que 1 minuto de tempo de antena, por mês, incluindo a informação de que morreram 1 indonésio e 2 chineses, quando nos 5 segundos que demorou a notícia, morreram mais de 700.000 pessoas com outras 250 doenças e 300.000 crianças morreram de fome, de malária e de cólera em África

- Nenhum governante tiver o desplante de dizer que "abriu a época oficial de incêndios

- O nº de óbitos motivados por incompetência ou negligência médica for zero

- A TVI encerrar por total falta de audiência

- O Estado, e os homens do espectáculo, pedirem desculpas públicas póstumas a José Viana

- A população não eleger para Presidentes de Câmara indivíduos fugidos à justiça

- A maioria dos Jornalistas souber falar e escrever português, e deixar de fazer constantemente perguntas idiotas aos entrevistados

- Houver, no estrangeiro, tantas pessoas que conheçam o Eusébio, o Figo, o Cristiano Ronaldo e o Mourinho, como o Camões, o Prof. Agostinho da Silva, O Maestro Vitorino de Almeida, O Prof. Vitorino Nemésio, o Fernando Pessoa e muitos, muitos outros que nunca deram um pontapé numa bola.

- Houver tantos Portugueses que sabem quem são, a Maria João Pires e a Helena Vieira da Silva como os que sabem quem são o Pinto da Costa, o Valentim Loureiro, o Luís Filipe Vieira, o Manuel Goucha, a Cátia Vanessa, o Abrunhosa, a Júlia Pinheiro, a Quicas Vanzeler e o Mantorras

- As Helenas Vieira da Silva não tiverem que emigrar para fazer carreira em países civilizados

- O peixe não chegar às mesas de quem o pode comprar 10 vezes mais caro do que foi vendido nas lotas, para que mais pessoas o possam comer e menos intermediários se possam encher

- Os caçadores deixarem de, sistematicamente, abandonar os cães no fim da época de caça ou, forem presos se o fizerem

- Os autores dos programas infantis de televisão, perceberem que uma criança não é um atrasado mental

- Os pequenos e médios empresários Portugueses não comprarem o 2º Mercedes e a casinha no Algarve, antes de pagarem os ordenados que devem aos Trabalhadores, as facturas que devem aos fornecedores, e as contribuições que devem à Segurança Social e ao Fisco

- Os projectos Aeroporto da Ota e TGV tiverem sido unicamente brincadeiras de mau gosto

- O Estado e as Câmaras Municipais pagarem os milhões que devem aos Fornecedores e outras Entidades credoras

- Se o Estado for condenado a pagar indemnizações, devidas a erros cometidos pelos Governantes individualmente, elas sejam pagas do bolso desses governantes responsáveis e não pelo Estado, pois o dinheiro do Estado é de nós todos e não fomos nós que fizemos a asneira

- Os alunos dos diversos graus de ensino, passarem de ano por terem tido notas para isso e não porque os papás apresentaram recursos idiotas e os Professores e os membros dos Conselhos Directivos tenham medo de perder o Emprego

- Não for possível assistir ao espectáculo deprimente, com direito a transmissão em directo pela televisão, de um 1º Ministro ir a Troia, com toda a comitiva, para a varanda de um apartamento alugado e pago com o dinheiro dos nossos impostos, carregar num detonador faz-de-conta (de cartão e esferovite), para teatralizar a implosão de um prédio abandonado, como se, se tratasse do lançamento de uma nave para a lua, com 3 astronautas portugueses a bordo

o As obras publicas que são pagas com o nosso dinheiro, deixarem de custar sistematicamente mais do dobro do que foi orçamentado e adjudicado e que a palavra "derrapagem" seja substituída pela palavra "roubo"

o Nas greves, deixe de ser possível, sistematicamente, o Governo ou as Administrações das Empresas dizerem que houve uma adesão de 15% e os Sindicatos dizerem que a adesão foi de 95% (um deles, ou os dois, estão a fazer de nós palhaços)

- Os Policias não tiverem medo dos Ladrões, os ladrões tiverem medo dos polícias e os cidadãos normais não tiverem medo dos policias

- Figuras ridículas do tipo Zés Castelo Branco, Cinhas e outros Jardins, Hermans Josés, Lilis Caneças e mais 5.000 figuras destas que aparecem na televisão e nas Revistas, bem como os Editores das mesmas, estiverem internadas em Unidades de Saúde Mental
(recebido por mail)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

E ainda o Euro e o histerismo

-Oh pá, tens de perceber que nem todos que gostam de futebol são acefalos ou estupidos. E as pessoas têm direito a ter opinião.

-Exactamente.

-A ter uma opinião diferente.

-Exactamente, eu estou a ter uma opinião diferente a que estás a defender é da maioria (infelizmente) quem é que está aqui a ser intransigente?

- Mas as pessoas têm de ter liberdade de expressão, não podes estar sempre a falar mal de tudo o que envolve o euro.

A partir daqui deixei de argumentar. A minha primeira teoria acabava de se provar, a dos acefalos.

Rest my case.

Jorge Palma

Estava bêbado? Não sei. Parecia estar? Sim.
Mas mais vale um Jorge Palma bêbado que muitos músicos da nossa praça sobrios que nem um Dó distinguem de um Ré.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

E viva o Euro

Daqui a pouco estamos a comer areia e a andar a pé mas nem damos por isso desde que Portugal ganhe o Euro!

G'anda país!

Será que também vão fazer alguma reportagem sobre as cuecas do Diogo Ganchinho (atleta apurado para os jogos olimpicos de Pequim na modalidade de Trampolins), ou sobre a forma que a Diana Gomes põe a toca (atleta apurada para os jogos olimpicos de Pequim modalidade 100 e 200 metros bruços)?


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Peixe de aquário

Porque há conversas que são sempre as mesmas, assuntos que foram novidade aos 17 anos e agora aos trintas se abordam com o mesmo ar parvo normal na adolescência e ridículo 15 anos depois, fico com cara de frete e de quem está na cena errada ou não pertence a este mundo!

Normalmente sou entendida como "a que tem a mania" ou "a que é fina". Enfim!

O titulo

O titulo do ultimo post merece uma explicação.

Ter o mesmo tipo de conversas
sobre os mesmos assuntos, chegando sempre a nenhuma conclusão ou sempre à mesma (mesmo que esta seja a óptima no tempo em que os Gun's estavam no top), é ter memória de peixe de aquário: estes andam à volta de um aquário minúsculo e vêm tudo como se fosse a primeira vez ficando eternamente na fase da descoberta nunca descobrindo nada efectivamente.

Peixe de aquário II

Se calhar está aí a felicidade.
Pensar dá realmente muitas dores de cabeça e incomoda muita gente.
Não pensar deve ser muito melhor! Mas não consigo, tenho pena!